As melhores oportunidades estão em nichos de mercado

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Como usar os Nichos de Mercado?

Numa pesquisa realizada pela e-bit (empresa pioneira na realização de pesquisas de tendências de e-commerce no Brasil), foi afirmado que os itens que mais vendem na internet são: livros, assinaturas de revistas e jornais, eletrodomésticos, saúde, beleza e medicamentos, informática e eletrônicos. Sendo que de acordo com especialistas, o espaço do comércio na internet só tem a crescer, principalmente com os Nichos de Mercado.

Mas onde estão as oportunidades dentro do mercado na internet?

Essas oportunidades, especialmente para pequenos e médios empreendedores, estão nos nichos de mercado. A venda pela internet começou no Brasil de forma generalista, onde grandes empresas ofereciam de tudo sem ter um segmento especifico.

Cauda londa e os nichos de mercado
Cauda longa e os nichos de mercado.

A teoria de nichos de mercado é conhecida como Long Tail (Cauda Longa, em português), termo criado por Chris Anderson, e mostra o poder dos nichos em frente a enormes varejos. O nome dessa teoria vem de um gráfico que mostra que os grandes ocupam o topo (a cabeça do gráfico) enquanto as empresas segmentadas ocupam a cauda longa, menos popular, mas teoricamente infinita.

A evolução na tecnologia e a baixa no preço têm incentivado pequenos e novos empreendedores, tendo assim uma chance maior de investimento, sendo que com R$ 2.500 a R$ 3.500 já é possível se ter uma plataforma de loja virtual e com R$ 15 mil podendo colocá-la em funcionamento, já incluindo custos de divulgação.

Um comércio sem nicho, com uma variedade de produtos, mas sem especialidade em nenhum em questão, tem menos chances de venda e passa menos segurança que um especializado. Ex. Uma loja com varias linhas de produtos, entre elas uma de violão, mas que dispõe de poucos modelos e marcas tem menos chance de venda do que uma loja especializada em instrumentos musicais, que dispõe de uma variedade de modelos e maior qualidade para o consumidor, dando a ele uma maior opção de escolha.

De acordo com Fábio C. Vargas, diretor da E-Commerce Consulting, os segmentos que mais estão crescendo em vendas são: moda e acessórios, beleza, saúde e medicamentos.

Há oportunidades em todos os seguimentos, basta oferecer diferenciais e ter uma boa divulgação, mas tenho visto um movimento maior em torno dos segmentos que citei –comenta. Em relação à moda, apesar dos problemas de padronização na numeração das roupas no Brasil, a entrada de grandes players, como Track & Field e Hering, têm trazido um agito no mercado – diz Vargas.

Os produtos disponíveis para compra na internet precisam de mais informações, fotos de boa qualidade e descrições para que o consumidor tenha uma boa visualização do que ele está comprando, lembrando que é o mais próximo de uma prévia que ele poderá ter do produto.

Em outubro do ano passado, a loja virtual da Renner (lojasrenner.com.br) passou a integrar em suas páginas itens de vestuários, acessórios e calçados por preços, marca, cor e tamanho, criando assim um filtro que facilita na navegação e deixa o cliente mais a vontade. Além de possibilidades de troca/devolução nas próprias lojas físicas da empresa em até 30 dias após a compra.

Produtos voltados para o público feminino são uns que estão em alta, confirmando resultados de uma pesquisa que diz que as mulheres são mais ativas em redes sociais (como Orkut, Twitter, Facebook), já que elas costumam trocar sugestões e indicações entre elas, fazendo assim certa propaganda encima de alguns produtos.

Empreendedores devem ficar atentos para as classes C e D, que é um público crescente no e-commerce, facilitando assim a compra com parcelas que caibam no bolso de público.

Outro segmento que tem crescido é o de social commerce, que além de vender produtos, vende serviços como restaurantes, clinicas de estética, passeios entre outros que seriam serviços voltados para o entretenimento, onde grupos ativos de pessoas online consumam coletivamente e indiquem produtos e serviços a preços reduzidos.

Tendência social commerce

O brasileiro gosta disso – diz Leandro Kenski, CEO da Media Factory, empresa de marketing digital. Hoje, o engajamento de nosso grupo de amigos acaba ganhando mais peso em nossas decisões de consumo do que uma campanha publicitária offline.Os internautas presentes nas redes sociais interagem e trocam inúmeras informações sobre a marca. E isso favorece nosso trabalho de marketing de performance – avalia Kenski.

Há também o social commerce de cupons promocionais, que dão descontos em promoções relâmpagos para grupo de amigos e onde muitas empresas têm feito parcerias, dividindo os custos e concedendo descontos em seus produtos/serviços com preços abaixo do mercado.

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Sobre vinicius Felix Marouelli

vinicius Felix Marouelli Escreveu 19 posts nesse blog.

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